Segunda-Feira, parte 1

Me deparei com uma mensagem no celular com os dizeres: Amor, hoje eu vou almoçar ás 13:00h! Há, e vou querer dar para você ao invés de almoçarmos como de costume. Fiquei então olhando a tela do celular por algum tempo, na dúvida do que responder e do que pensar a respeito, o fato era que, de fato minha imaginação já corria solta e em fuga para habitar os pensamentos mais eróticos possíveis.  Uma hora em ponto ela me manda outra mensagem dizendo que já tinha chego, mais que rapidamente então, me pus alerta e desci as escadas num passo ligeiro, prontamente apta para a tarefa que eu exerceria em seguida. Era um dia chuvoso e cinza, lindamente propicio para uma tarde de amor e prazer, embalada por vontades quentes e carnívoras que não cabiam no peito, muito menos nas almas. Assim que ela me avistou, veio mais que apressada de encontro aos meus braços, sorrindo e me beijando como se o mundo fosse acabar no dia posterior. Como minha vontade felina já tinha sido despertada, agarrei suas nádegas e apertei fortemente, despertando então, sua vontade carnívora por meu corpo em contato com sua pele.

Sem delongas subimos depressa para meu quarto, ela entrou na frente, como já conhecia bem o local e se recordava bem do caminho, e ficou a olhar ao redor, tramando em sua mente mirabolante um esquema para acabar de vez comigo. Eu trazia em uma de minhas mãos uma garrafa de Heinekein, degustei da ceva gelada e estimulante enquanto ela tentava não se perder no meu olhar de fera no cio… Quando de repente, ela me expulsa de meu próprio quarto, me deixando enraivecida e confusa, sem entender absolutamente nada, me pedindo para esperar do lado de fora do quarto. Carolina começa a tramar sua deixa, me deixando na total expectativa e apreensão de seus atos sexuais. Após cerca de cinco minutos eu que já não me continha mais em ficar esperando aflita por algo que já tanto esperava, adentrei o quarto com uma aptidão de um leão em plena caça por sua parceira prontamente ansiosa e ávida por possessão e prazer. Ao entrar no quarto, me deparo com, Carolina recostada em minha escrivaninha, vestida com um sutiã preto com abertura na frente, calcinha fio dental preta, uma liga inteiramente sexy na coxa direita, e para arrebatar todo esse traje instigante, ela calçava saltos altos de ponta fina, pretos, que obviamente eu estava enlouquecida para serem cravados em meu peito e sem dúvida cheia de vontade descabida para ser pisoteada pela ponta destes saltos negros e excitantes. Ela me puxa de encontro a sua boca feroz e ligeira, com um fogo descomunal e um desejo enlouquecido, ela leva minhas mãos de encontro ao seu clitóris, fazendo com que eu massageasse e pressionasse toda a região da vulva. Ao mesmo tempo que eu a beijava, pensava incessantemente em degustar seus peitos, com aqueles bicos duros que insistiam em ficar me encarando e implorando por minha língua quente. Ao se deparar com minha sagacidade, Carolina se afasta de mim, se recostando em meu guarda-roupas, me fitando com aquela cara de safada se fingindo de inocente. Ficamos um certo tempos nos olhando e sentindo o cheiro de sexo animal que pairava no ar como uma nuvem no fim de tarde de um Outono quente. Ela então me sorri, e correndo em minha direção, pula sem nem pensar duas vezes em meu colo. Após encaixar seu corpo quente no meu, beijo desesperadamente seus seios e pescoço, deixando com que ela gemesse em meus ouvidos ao mesmo tempo que crava suas unhas em minhas costas. Em seguida, a joguei violentamente em minha cama, fazendo com que seus olhos ficassem vulneráveis de encontro aos meus olhos pedintes e sombrios, ao mesmo tempo enlouquecidos e prontos para travar qualquer desafio sexual. Esparramei então, meu corpo em cima do seu, levando minha boca de encontro a sua, logo após lambendo e mordiscando sua orelha, dando intercalados gemidos durante o processo. Eu passava fortemente minhas mãos grandes e pesadas em seu corpo, explorando toda aquela carne quente e poros doentios, implorando constantemente por uma quebra de barreira sexual e ao mesmo tempo térmica, pronta para ser explorada e requisitada, mais e mais e mais. Sem hesitar, ao comando daquela mulher sagas e enlouquecida, coloquei com certa força e vontade dois dedos dentro de sua buceta quente, extremamente úmida, pulsante de descomunal. Fazendo movimentos repetitivos, alternando entre níveis vagarosos, rápidos, circulares, mais rápidos, interiores, e depois parando tudo por completo, a deixando enfurecida, cravando assim suas garras mais afundo em minha carne. Era tanta imploração por gozo, tanto gemido enlouquecido e sonoramente alto o suficiente para que todos os vizinhos pudessem ouvir e mentalmente imaginarem se fazendo parte daquela transa gostosa e apaixonantemente selvagem… Carolina então sempre exigindo mais rápido, mais forte, mais intenso… exigindo sempre a ser devorada de um jeito mais animal. Após vários movimentos contínuos e vorazes, eu consegui leva-la ao ápice do sexo carnal, elevando seus poros e seus estímulos ao extremo, gozando sem parar ainda com minha mão dentro de sua buceta, lavando todo o lençol esverdeado que servia de calço para amparar seu corpo a fazendo deslizar suavemente melhor entre o amplo espaço de minha cama. Como de costume, Carolina após gozar, pede para que eu fique com meu corpo em cima do dela, fazendo com que ela se sinta mais reconfortante e realizada.

Me deito então por pouco tempo em cima de seu corpo, apenas para sentir nossos corações batendo na mesma sintonia, casando perfeitamente com os impulsos de ambos os corpos sedentos de fome e instiga. Após sentir seu peito no meu, volto a beija-la e a senti-la, como se estivéssemos começando nosso louco amor neste exato momento. Da sua boca, desço para seus seios, duros e firmes, não tão pequenos, nem tão grandes, apenas do tamanho e gosto ideal para satisfazer minhas vontades mais fielmente eróticas. Deslizo minha língua quente por sua auréola fazendo repetidos círculos, e mordiscando em seguida, do jeito que ela mais gosta. Vou descendo então até sua barriga, deixando minha língua escorrer levemente e traiçoeira por seu umbigo, cintura, quadris, virilha, e finalmente, sua buceta ardente e com um aroma desconcertante, totalmente feminino e instigante. Ela me pede para que eu afaste sua calcinha e a chupe suavemente. Não sou do tipo que aceita ordens de uma mulher, sempre faço do jeito que bem entendo, mas definitivamente, está mulher me comanda de um jeito que eu não posso lidar. Obedeço então suas ordens, vou chupando vagarosamente, passando minha língua toda para cima e para baixo, de um lado para o outro, bem devagar, depois faço pequenos e repetidos círculos na entrada de sua buceta, fazendo com que ela se contorça toda, descolando seu corpo do colchão e deixando visivelmente seu gozo escorrer de dentro de sua buceta até seu ânus. Ao longo do processo, fui aumentando a velocidade com que minha língua se movia, ao mesmo tempo que explorava sua vulva, explorava também seus olhos com meu olhar de cafajeste. Não demorou muito e, Carolina gozou outra vez, só que desta vez com um gemido muito mais alto e estridente, me deixando sem folego e sem fala. A agarrei pelos cabelos, beijando ferozmente sua boca, que não mais me correspondia da mesma maneira, e encarei seus olhos que não mais me fitavam, pois estavam extremamente cansados, embalados por um ritmo frenético e cansativamente maravilhoso. Deixei com que ela se refizesse por alguns minutos, enquanto seu corpo trazia fortes espasmos e suas pernas tremiam sem cessar, peguei então um pouco de gel lubrificante e coloquei em sua buceta, a deixando sem resposta corporal para tal ato, apenas embalando com sua vulva a vontade de me ter de novo. Comecei então a masturba-la, inicialmente lentamente, e depois aumentando o ritmo e a frequência de meus constantes movimentos…. Ela dificuldades me respondeu:

 – Adoro quando você me masturba. É tão gostoso e, ao mesmo tempo tão… Haaaaaaa…  Não deu tempo para que ela completasse sua fala, quando ela deu por si, já tinha gozado novamente, cravando suas unhas em meus braços, bagunçando ainda mais o lençol esverdeado em minha cama. Após se recuperar por um curto tempo, Carolina se levanta da cama e me leva junto a ela, de encontro a uma parede, se segurando para não deixar com que suas pernas a deixassem na mão e torcendo para que conseguisse se segurar por um certo tempo em cima dos saltos que ainda calçavam seus lindos pés angelicais. Carolina então me puxa fortemente de encontro ao seu corpo nu, fazendo com que minha pele se cole em sua pele macia, quente e encharcada de suor. A encurralo contra a parede, não deixando nenhuma alternativa a vista, a não ser se entregar aos meus dotes indomáveis e ferozes. Começo então a pressiona-la fortemente contra a parede, afastando suas pernas e me encaixando perfeitamente junto a seu corpo. Vou abrindo caminho primeiro com um dedo, instigando e a deixando louca, logo após coloco mais dois dedos dentro dela, fazendo movimentos de entra e sai, botando tudo de uma vez bem rápido e forte, depois retirando vagarosamente, fazendo com que sua sanidade se perca de uma só vez e não volte para seu juízo nunca mais. Conforme ela se debate, me morde, me arranha e me castiga, eu fico enraivecida, tornando então meus movimentos ainda mais fortes e rápidos, não deixando com que nada ao redor possa atrapalhar aquele momento de êxtase. Como era de se esperar, Carolina não suporta tamanho prazer, ao mesmo tempo que eu a penetrava com os dedos, chupava simultaneamente seus seios, chupava de uma maneira gulosa, como recém-nascido esfomeado e perturbado por falta de leite e tetas maternas… Conforme eu metia com força dentro dela, na sequencia eu parava de fazer movimentos de entra e sai e somente pressionava rapidamente meus dedos de encontro sua parede vaginal, como se estivesse coçando alguma coisa, sempre fazendo questão de estimular atrás de seu clitóris, por dentro de sua vagina, que se encontra seu tão majestoso ponto ‘’G’’.

Não teve outra escapatória, ela berrou tanto, mas tanto, enquanto se esparramava no chão frio com o corpo quente, afastando totalmente minha escrivaninha do lugar e quase amputando meu pulso, que ainda se encontrava no meio de suas pernas bambas e encharcadas de gozo feminino. Fomos as duas ao chão, com os corações saltando pela boca, a respiração quase nos faltando, e os sexos em mais pura chama e lâmina de vertigens estritamente novas e totalmente descomunais. Ficamos ali então por um certo tempo, não nos afastando do calor dos corpos, tentando recuperar o fôlego perdido, e imaginando se ainda daria tempo para mais uma gozada satisfatória e inesquecível. Era uma pena, mas Carolina não possuía mais tempo para continuar dando para mim. Ao se deparar com as horas, ela via que já estava atrasada e como um passe de mágica seu horário de almoço voou como um pássaro de encontro a liberdade. Com muito esforço a coloquei sentada em minha cama enquanto ela se recompunha, dizendo então para ela:

– Só mais dois minutos… não vou levar mais do que isso! Ao mesmo tempo que eu dizia tais palavras, a deitava na cama afastando suas pernas e a chupando mais uma vez antes que ela partisse. E sem retrucar ela cedeu, e como era de se esperar a promessa de dois minutos se estenderam, mas não por ineficácia de minha parte, mas sim, pelo fato que os fôlegos anteriormente perdidos, tinham se recuperados e estavam prontos para mais uma tarefa de cunho sexual.

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