Nó de nós

Ontem,
grande tempo.
Correndo pelos
campos minados,
esperando por mortes
pré-programadas.
Muros erguem-se
perante meus olhos,
fazendo de mim
a fraqueza dos oprimidos.
As ruas ensurdecem
perfurando almas
em decomposição.
Tão longe os pensamentos
voam agora que
creio que pouso
para sonhos dóceis,
não há!
Desespero,
cá estou eu
em frente ao espelho,
deserdada pelas
mentiras eternas.
Liberdade,
relações intransitórias,
fadadas a fins
extremamente trágicos.
Sinto-me cansada,
horas pesadas
deslancham no tempo
flores aos montes
despencam de meu coração.
Sol à pino,
solidão.
O que fiz de mim,
quanta história minha
deixei morrer?
A culpa pesa,
não mais do
que as falhas,
não menos do
que constantes erros,
tão quanto a desilusão.

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