Poesia crua

É crua o tom da pele

É crua a alma que flutua

É oco o som que pesa

É oco o timbre da sua ternura

É incolor a luta breve

É incolor a abreviatura

É nua o pudor das ruas

É nua a silhueta da menina brusca

É feio o jogo que se perde

É feio a vida dura

Nem belo o que já foi breve

É tão singular quanto tua alma pura.

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