Dia de Reblogagem

Você me conhece?

Um dia a gente se perde num livro, outro numa frase, outro numa imagem, outro num poema, outro num romance e por ai vai… Quando nos damos por nós, estamos sem rumo ou acabamos de encontrar o maior dos tesouros: “O conhecimento.”

Essa semana eu encontrei algumas joias preciosas que se lapidaram e valem uma grande fortuna, basta olhá-las da maneira certa.

Os tesouros da semana são:

Mizaelle Almeida

Unhas vermelhas igual ao sangue

Que passeia pelo meu corpo igual…

Quando te admiro

Me aquece

Meu rosto pega fogo,

Não queria apenas admirá-la

Queria ter a oportunidade de tocá-la

E sentir o seu fogo

Seu sabor

Seu cheiro de perto,

Queria passear por seu corpo

Da mesma forma

Que os seus olhos me acompanha

Quando eu passo por você.

 

Flávia

A porta de carvalho se abriu

Rangendo toda sua velhice

Demonstrando insatisfação

A tanto tempo estava intocada

Que com a poeira ficou acostumada

O vento gélido lhe atravessou

Sem sequer pedir permissão

Adentrou o quarto como velho morador

E até se surpreendeu com o que encontrou

Seus versos tristes permaneciam ali

Repousando sobre a mesa desgastada

As lágrimas frias jaziam nas cadeiras

Uma alma vazia de pensamentos ceifados

Permanecia inerte no chão mofado

Tudo estava em seu lugar

Exatamente como havia abandonado

Era bom finalmente voltar ao lar

E aos seus escritos inacabados

O quarto número 14 está aberto novamente.

 

Eder Duarte

Andei e não foi pouco. Segui, mas não sou louco. Digo que sim, eu devo arriscar, mas algo ainda prende o que não deve ser preso jamais. Onde já se viu não poder ser exatamente aquilo que se deseja ser? Mas ai eu me pergunto, o que eu sou? Quem eu sou? Não da pra me desmembrar do emaranhado de tudo que existe em mim e entregar uma forma lapidada e reluzente dizendo que é o que eu sou de verdade. Ainda existem tantos caminhos para serem trilhados. Mas eu ainda enfrento batalhas contra partes de mim que são complicadas de entender. Não me aguento as vezes. Não me suporto. Chego a sentir toda minha angústia como uma faca cravada em meu peito. Me abandono, me perco em meio a multidão que existe na minha mente. Eu é quem comando meu mundo. Eu e mais ninguém, mas as vezes sinto que ninguém controla nada em canto nenhum. As marcas que eu deixo nas pessoas. As marcas que as pessoas deixam em mim. Será que tudo depende disso? São muitos questionamentos pro final de uma quinta-feira, melhor eu ir tomar um vinho.


Se você tem algum texto interessante e gostaria de compartilhar com um número maior de pessoas, entre em contato comigo através do campo CONTATO na aba principal do blog e eu compartilharei aqui na próxima quinta-feira. Caso você possua um perfil em alguma outra plataforma, como por exemplo: Página no Facebook, Instagram, Twitter e etc… Não esqueça de me enviar para que eu possa divulgar seu texto nestas e outras plataformas digitais.

Até semana que vem no mesmo bate-blog.

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