Água de bica não faz quarta-feira

Apoio meu maxilar em cima de seu ombro enquanto tento me observar no espelho ao mesmo tempo em que te como.

Os corpos soam em bica
e os bicos enrijecessem como pedra.

Pernas bambas no encalce da tremedeira
compõe os uivos cheios de timbres que embalam os dedos em direção a buracos molhados.

Minha palma espalma na vermelhidão das tuas nádegas
teus cabelos escorrem pelos meus lábios
e meu sorriso não cessa, contempla, se auto admira bem na direção de suas coxas.

Lá fora o sol esfria
compomos então dois corpos sedentos de gozo e cores.

Orelhas por entre meus dentes
mastigando glóbulos com aroma de domingo meio morno.

As portas do guarda roupa sustentam para que teu corpo não despenque ao chão em violência
eu observo sua mancha de nascença no lado direto das costas enquanto meus dedos são esmagados pela sua cavidade vaginal ardendo em fogo.

 

 

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