Preliminar Gostosa

Fez cara de vergonha, misturada com timidez e deboche. Essa menina sabia como me olhar de fato!

Olhei para os lados como se tentasse fugir do olhar dominador dela, mas com tuas mãos fervorosas ela trouxe de volta meu olhar para o dela.
Pensava eu; como fugir se tudo o que quero é me render, e com certeza ela me manterá presa. Não teve outro jeito, sem muita demora os lábios dela grudaram os meus, e como se fosse bicho, me devorou a boca toda. Senti a temperatura dela subir conforme minhas mãos em teu corpo se perdiam. Me devorou a boca, quase lhe rasguei a carne, éramos dois felinos então. Continue lendo “Preliminar Gostosa”

Anúncios

Expondo a nudez

Eu só precisava enterrar seu corpo dentro do meu conotativo desejo, jogando suor em cima das flores que cobriam o ambiente do quarto pequeno.

Cabia somente a mim expor a nudez e elevar o fascínio do sexo a outro nível. E ela sabia, ou melhor sentia, que eu era bem capacitada para tal façanha.

Continue lendo “Expondo a nudez”

Prazer, encanto

Teu corpo trêmulo, tuas carnes firmes, teu gozo em meus dedos, tua voz ofegante em meus ouvidos…

Preciso de mais, é preciso dizer. Necessito de você refém em meus braços, colada em meu corpo, refugiando-se em meu peito, encharcando meus lençóis. Por onde andava toda a minha gana de ti? Açoito-me diariamente sobre isto, indagando-me até quando eu poderia aguentar distante de seu magnifico corpo desnudo e quente. Enfim, tudo o que me resta neste exato momento são as lembranças de ti ontem em minha cama, e que lembranças… Continue lendo “Prazer, encanto”

Segunda-Feira, parte 2

Eu não via a hora para que, Carolina voltasse a ficar comigo novamente. O relógio parecia voltar para trás a cada minuto que se estendia o tempo, era agoniante e desesperador… 

Quando não, finalmente os ponteiros marcavam-se 19:15 e meu celular vibra; era ela que se encontrava no portão de minha casa à minha espera. Fui então busca-la e eu mal tinha aberto o portão e ela já foi entrando e me enchendo de beijos, me abraçando e proferindo estar cheia de saudades. Não me deu muito tempo para que eu conseguisse trancar o portão, colocar o Spike para dentro, fechar a porta e pendurar as chaves, ela estava toda desesperada e afoita e já foi logo me arrastando escada a cima em direção ao meu quarto.  

Nem se importou com a bagunça, as garrafas, a cama desfeita, a música antiga, ao latido do cachorro lá na sala ou ao piano sendo tocado pela garotinha que morava na casa ao lado. Ela não se importou, muito menos se atentou a nada, simplesmente me pegou pelos braços violentamente e me jogou em minha cama tirando-a do lugar com a força e rapidez que meu corpo foi empurrado para cima dela. Carolina estava tão apressada e fogosa que mal me dava folego ou chances de dizer ou fazer algo que não fosse ou se parecesse com ato sexual. 

Ela veio por cima de mim me olhando como um caçador do reino animal admira sua presa antes de devora-la, e então me beijou os lábios e me apertou os braços, não resisti, foi como se um animal também em mim tivesse sido despertado e estivesse altamente pronto para o combate. Nos encaminhamos para a possessão da carne, o aguçar dos cheiros e do toque, a sensibilidade da pele e a vulnerabilidade da audição. Corri gentilmente minha mão de baixo para cima em suas costas por de baixo da blusa, mas começando bem suavemente causando leves espasmos no corpo dela, subindo até chegar ao pescoço, e a partir daí passei com mais firmeza meus dedos em sua nuca e enfiei meus cinco dedos por entre seus belos cabelos cacheados e puxei levemente ao mesmo tempo que minha boca já em seus ouvidos soltavam breves e calorosos gemidos de aguçar qualquer libido e arrepiar qualquer menor partícula corporal.  Continue lendo “Segunda-Feira, parte 2”

Segunda-Feira, parte 1

Me deparei com uma mensagem no celular com os dizeres: Amor, hoje eu vou almoçar ás 13:00h! Há, e vou querer dar para você ao invés de almoçarmos como de costume. Fiquei então olhando a tela do celular por algum tempo, na dúvida do que responder e do que pensar a respeito, o fato era que, de fato minha imaginação já corria solta e em fuga para habitar os pensamentos mais eróticos possíveis.  Uma hora em ponto ela me manda outra mensagem dizendo que já tinha chego, mais que rapidamente então, me pus alerta e desci as escadas num passo ligeiro, prontamente apta para a tarefa que eu exerceria em seguida. Era um dia chuvoso e cinza, lindamente propicio para uma tarde de amor e prazer, embalada por vontades quentes e carnívoras que não cabiam no peito, muito menos nas almas. Assim que ela me avistou, veio mais que apressada de encontro aos meus braços, sorrindo e me beijando como se o mundo fosse acabar no dia posterior. Como minha vontade felina já tinha sido despertada, agarrei suas nádegas e apertei fortemente, despertando então, sua vontade carnívora por meu corpo em contato com sua pele. Continue lendo “Segunda-Feira, parte 1”

Site hospedado por WordPress.com.

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: