Sua companheira para todas as horas

Amor,

Eu a estimo tanto. Hoje pela madrugada, pensei deveras em ti. Meu amor, minha graciosa companheira, hoje é um dia de certa angústia admito, sinto meu coração inquieto e as emoções pisotearem minha mente. Uma inquietação toma conta de meu semblante, me remetendo a memórias passadas, a fatos já consumados. Penso em toda a minha vida, exclusivamente sobre as privações de mim mesma. Confesso-lhe, lágrimas rolam quentes face abaixo, inundando o travesseiro. Sabe meu amor, tenho toda uma vida na inconsistência de incertezas, de medos enfadonhos e mutilações emocionais do próprio ser. Está noite, acometida mais uma vez pela insônia, pensei em diversas coisas que reforçaram ainda mais minha madrugada em claro. Lembrei-me de muitas coisas que gostaria de compartilhar-lhes aqui contigo, para que meu peito se esvazie e minha consciência adormeça. Continue lendo “Sua companheira para todas as horas”

O que é que, Carolina tem?

O que é que tem, Carolina
que meu pouco afeto cativa
que minha sensibilidade aflora?

Se meu corpo possui teu perfume
e na cama agora vazia,
teus fios de cabelo…

então em tudo o que é meu,
tem ela.

Caso minha mente se esvaia
e minha vida decaia,
até no sonho que se perde,
ela me salva.

Me pergunto frequentemente…

O que é que tem, Carolina?
se nos teus braços me calo.
O que é que tem Carolina?
Se nos teus beijos eu me acho.
O que é que tem, Carolina?

Se o que não sou
é agora ela também,
me questiono a todo momento,
O que é que, Carolina tem?

Cartas para Carolina

Amor,

Eu a estimo tanto. Hoje pela madrugada, pensei deveras em ti. Meu amor, minha graciosa companheira, hoje é um dia de certa angústia admito, sinto meu coração inquieto e as emoções pisotearem minha mente. Uma inquietação toma conta de meu semblante, me remetendo a memórias passadas, a fatos já consumados. Penso em toda a minha vida, exclusivamente sobre as privações de mim mesma. Confesso-lhe, lágrimas rolam quentes face abaixo, inundando o travesseiro. Sabe meu amor, tenho toda uma vida na inconsistência de incertezas, de medos enfadonhos e mutilações emocionais do próprio ser. Está noite, acometida mais uma vez pela insônia, pensei em diversas coisas que reforçaram ainda mais minha madrugada em claro. Lembrei-me de muitas coisas que gostaria de compartilhar-lhes aqui contigo, para que meu peito se esvazie e minha consciência adormeça. Continue lendo “Cartas para Carolina”

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