Sua grande novidade

Minha querida, eu estive pensando… por onde andam as mulheres que já estiveram em minha cama? As que se aconchegaram em meu peito? As que disseram que me amavam?

Por quantos corpos mais elas se perderam até se encontrarem aonde estão agora? Quantas loucuras profanas elas tiveram que se submeter em troca de um pouco de amor ou uma trepada sem graça com um pouco mais de cinco minutos de duração? Continue lendo “Sua grande novidade”

Mulheres negras rasgando o verbo através da poesia

Ninguém liga pra mulher ou pra sua dor…

–  Tawane Theodoro

 

Nasceu pobre, preto, se fudeu, não é ninguém…

– Victoria Maria

 

Parece que dos filhos de Deus, eu sou bastarda…

– Patricia Meira

 

Era cada rajada, cada pedrada, que a cada fala dessas manas empoderadas eu quase sai da batalha meio tonta e desnorteada. Três manas pretas e periféricas, soltando a voz na primeira edição do Slam Resistência do ano.

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Expondo a nudez

Eu só precisava enterrar seu corpo dentro do meu conotativo desejo, jogando suor em cima das flores que cobriam o ambiente do quarto pequeno.

Cabia somente a mim expor a nudez e elevar o fascínio do sexo a outro nível. E ela sabia, ou melhor sentia, que eu era bem capacitada para tal façanha.

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